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Por 'Agência Câmara Notícias'

 

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou projeto de lei (4761/12) que regulamenta a prática da equoterapia, ou seja, método de reabilitação que utiliza o cavalo em abordagem interdisciplinar, voltado para o desenvolvimento da pessoa com deficiência.

A equoterapia pode ser feita várias vezes por semana, não havendo limite de idade, cujos resultados aparecem já nas primeiras sessões.

O texto aprovado é o substitutivo da deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), que alterou o projeto para definir que os centros de equoterapia deverão contar com equipe de apoio composta essencialmente por fisioterapeuta, psicólogo e profissional de equitação e uma consultoria de médico e médico veterinário, sem, contudo, com a obrigatoriedade de tempo integral. “Tanto o médico quanto o médico veterinário não participam das sessões de equoterapia, somente estão relacionadas a avaliação de indicação ou contra indicação da prática e da saúde do animal.”

Curso específico
O substitutivo também exige que a equipe de apoio tenha curso específico em equoterapia, e que, além desses profissionais essenciais ligados diretamente ao método de reabilitação, a equipe poderá ser integrada por pedagogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e professor de educação física, vez que inserido na área de exercício físico.

Além disso, a relatora incluiu no texto a exigência de que essa terapia de reabilitação seja feita com cavalo exclusivo para a equoterapia, “pelo simples fato que o animal tem adestramento específico para a atividade, vez que cada raça de equino possui características próprias, sendo a docilidade do animal fundamental para segurança e obtenção dos resultados esperados”, assinalou a deputada.

O texto aprovado exige ainda que a remoção do acidentado somente ocorrerá em localidades onde não haja serviço de atendimento móvel de urgência – Samu e/ou atendimento similar. “Observando-se que somente pessoas com capacitação profissional poderão assistir e dar ao acidentado o primeiro atendimento.”

A deputada também sugeriu nova redação por considerar as dificuldades geralmente enfrentadas pelos municípios que se encontram mais distantes das unidades estaduais de vigilância sanitária, cujos agendamentos para vistoriais locais acabam se arrastando meses afora, para que o órgão fiscalizador realize os procedimentos de praxe e, por conseguinte, libere o alvará. “Por isso facultamos a possibilidade de intervenção do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) para emitir o laudo técnico atestando as condições de higiene das instalações e sanidade dos animais.”

Além disso, a relatora acatou sugestão da Associação Nacional de Equoterapia (Ande), substituindo o termo “esporte” por “equitação”, vez que a palavra “esporte” no meio equestre engloba diversas modalidades (Tambor, Baliza, Polo, Salto, Vaquejada, Adestramento, etc), enquanto equitação (como a arte de montar a cavalo). “No contexto do projeto de lei é direcionada ao desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência.”

Tramitação
O projeto segue para tramitação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania emcaráter conclusivo.

Íntegra da proposta:

Da Redação - RCA
 
 
 
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O mercado brasileiro nunca esteve tão favorável à Musculação Terapêutica como agora. O envelhecimento da população, o aumento do poder aquisitivo do brasileiro e o paradoxal aumento das doenças crônicas não transmissíveis fez ficar em evidência o método comprovadamente mais eficaz para esta população.

A Musculação Terapêutica nunca teve a pretensão de ser um método “da moda” como muitos que existem no mercado, até porque suas bases são muito científicas e voltadas para a personalização do tratamento, e desta forma não cabe sua execução sem critério de prescrição. Ou seja, há necessidade de grande conhecimento clínico para que a execução da técnica seja aplicada de forma segura.

As pesquisas mostram que exercícios de fortalecimento são seguros e eficazes para jovens, mulheres e homens de todas as idades, incluindo aqueles que não estão em perfeita saúde. Na verdade, as pessoas com problemas de saúde, incluindo-doença cardíaca ou artrite, muitas vezes são as mais beneficiadas com um programa de exercício físico que inclui o trabalho com pesos algumas vezes por semana.
 
BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO DE FORÇA
Há inúmeros benefícios com o treinamento de força regular, particularmente à medida que envelhecemos. Ele pode ser muito poderoso para reduzir os sinais e sintomas de várias doenças e condições crônicas, entre elas: Artrite, diabetes, osteoporose, obesidade, dor nas costas e depressão.
 
Alívio da artrite
A Tufts University completou ano passado um programa de treinamento de força com homens mais velhos e mulheres com osteoartrite moderada e severa em joelhos. Os resultados deste programa de 16 semanas mostraram que a musculação terapêutica reduziu a dor, aumentou em 43% a força muscular e desempenho físico geral, melhorou os sintomas e sinais clínicos da doença. Mostrou-se que eficácia do treinamento de força para aliviar a dor da osteoartrite foi tão potente, se não mais potente, que medicamentos. Efeitos semelhantes de treinamento de força tem sido visto em pacientes com artrite reumatóide.
 
Restauração do equilíbrio e redução de quedas
Em indivíduos idosos a falta de equilíbrio e flexibilidade contribui para quedas e ossos quebrados. Estas fraturas podem resultar em graus significativos de incapacidade e, em alguns casos, complicações fatais. Exercícios de fortalecimento, quando prescritos corretamente e realizados através da amplitude de funcional (movimento normal), aumentam a flexibilidade e a força. Isto diminui a probabilidade e a gravidade de quedas. Um estudo na Nova Zelândia em mulheres de 80 anos de idade e mais velhos apresentaram uma redução de 40% na incidência de quedas.
 
Fortalecimento dos ossos
Mulheres pós-menopáusicas perdem 1-2% de sua massa óssea por ano. Os resultados de um estudo realizado na Tufts University, que foram publicados no Jornal da Associação Médica Americana, em 1994, mostrou que o treinamento de força aumenta a densidade óssea e reduz o risco de fraturas entre as mulheres com idade entre 50-70.
 
Manutenção do massa corporal adequada
A Musculação Terapêutica é fundamental para o controle da massa corporal total (chamada erroneamente de peso), pois indivíduos que têm mais massa muscular têm uma maior taxa metabólica. O músculo é um tecido ativo, e que consome grande volume de calorias, enquanto a gordura armazenada usa muito pouca energia. A Musculação Terapêutica pode proporcionar um aumento de até 15% na taxa metabólica, o que é extremamente útil para a redução do percentual de gordura o e controle a longo prazo da massa corporal adequada.
 
Controle da glicose
Há mais de 12 milhões de brasileiros com diabetes tipo II. Este público além possuir maior risco de doença cardíaca e doença renal, têm a cegueira como uma complicação em adultos mais velhos. Felizmente, os estudos mostram agora que as mudanças de estilo de vida, tais como a adição da Musculação Terapêutica na rotina semanal, tem um impacto profundo em ajudar os idosos a controlar o diabetes. Em um estudo recente de homens e mulheres latino-americanos, 16 semanas de treinamento de força produziram melhoras significativas no controle da glicose, como se estivessem tomado medicamento. Além disso, os voluntários do estudo ficaram mais fortes, ganharam músculos, diminuíram gordura corporal, apresentaram menos depressão, e aumentaram sua autoestima.
 
Qualidade do Sono
Pessoas que realizam regularmente exercícios prescritos na intensidade adequada, eno tempo adequado, desfrutam de melhor qualidade do sono. Eles dormem mais rapidamente e mais profundamente. Além disso despertam menos frequentemente à noite, permitindo então um sono reparador. Tal como acontece com a depressão, os benefícios da Musculação Terapêutica no sono são comparáveis ​​com o tratamento com a utilização da medicação, mas sem os efeitos secundários que a mesma oferece.
 
Saúde Cardíaca
Em paciente portadores de problemas cardíacos, a Musculação Terapêutica é fundamental. Um estudo do Dr. David Verril demonstrou que pacientes cardíacos ganham não apenas força e flexibilidade, mas também aumentam a capacidade aeróbia quando submetidos à Musculação Terapêutica três vezes por semana como parte de seu programa de reabilitação. Este e outros estudos levaram a American Heart Association recomendar o “exercício de força”, como forma de reduzir o risco de doença cardíaca e como um tratamento para os pacientes em programas de reabilitação cardíaca.
 
Pesquisas sobre Musculação Terapêutica
- Investigações científicas têm mostrado que o exercício pode retardar o relógio do envelhecimento. Enquanto o exercício aeróbio (ou contínuo), como caminhada, corrida ou natação, apesar de oferecerem muitos benefícios para a saúde, não são capazes de produzirem músculos mais fortes e aumento da taxa metabólica. 

- Estudos têm demonstrado que o “exercício de força” duas ou três vezes por semana, constroem mais massa muscular e aumentam também a densidade do osso.

- Um estudo de 12 meses realizado em mulheres na pós-menopausa, da Tufts University mostrou ganhos de 1% de densidade óssea na coluna e nos quadris, aumento de 75% na força e aumento de 13% em equilíbrio dinâmico com apenas dois dias por semana de treinamento de força progressiva. 

- Princeton University apresentou pesquisa recente mstrando que o exercício é capaz de produzir novos neurônios (neurogênese).

- Dr Pontus Boström apresentou recentemente uma substância chamada ”Irisina” que é produzida pelos músculos quando estes são estimulados com resistência adequada e proporcional ao que o indivíduo pode (musculação certa). E esta substância é uma das grandes desencadeadoras do processo de emagrecimento.

Ricardo Wallace das Chagas Lucas é fisioterapeuta CREFITO 10 14404 –F

instrutor Sênior 001/99 no Método STS de Musculação Terapêutica

+ (55) 41 9984 5700 – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 
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Devido á necessidade atual de integrar conhecimentos e tratar o paciente em suas diversas dimensões (sensorial, afetiva, motivacional, cognitiva e comportamental), o COFFITO regulamentou a prática da Hipnose como um recurso adicional no ambiente fisioterápico (Resolução COFFITO N.380, 2010).

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